Esopo
Histórico
“Esopo” figura supostamente lendária da Grécia antiga, “Esopo” passou à história como o primeiro fabulista. O mais provável, no entanto, é que a expressão "fábulas de “Esopo" tenha sido inventada para designar relatos protagonizados por animais, da mesma forma como a locução "contos da carochinha" se aplica às histórias infantis.
Uma biografia egípcia do século I conta que “Esopo” teria nascido em alguma cidade na Anatólia, no século VI a.C. Foi vendido como escravo em Samos a um filósofo que, posteriormente, lhe concedeu alforria. Plutarco, na mesma época, afirmou que “Esopo” teria sido conselheiro de Creso, rei da Lídia, e que costumava contar histórias sobre animais, das quais extraía uma moral. Pela simplicidade e amenidade da narrativa, esses relatos tornaram-se popularísimos na Grécia clássica.
As fábulas de “Esopo” que chegaram até nossos dias foram compiladas por um monge bizantino do século XIV, Maximus Planudes, que escreveu ainda uma biografia do autor grego. Entre os títulos mais famosos figuram "A raposa e as uvas", "O cachorro e o hortelão", "O leão e o rato" e "As rãs que pediam rei".
Em torno da morte de “Esopo” surgiram, também, muitas lendas. Segundo a mais difundida, ele teria morrido em Delfos, lançado de um precipício sob acusação de sacrilégio. As fábulas que lhe são atribuídas inspiraram numerosos autores.
Sinopse
Conta que “Esopo” após supostamente ter cometido sacrilégio foi levado pelos homens de Samos e de Delfos para ser punido, por seu dono. Não encontrando ninguém em casa revive o passado lembrando uma linda história de amor e esperança, onde só a liberdade é o mais importante.
FICHA TÉCNICA
Texto “Esopo”
Autor Adaptação Edson da Silva
Direção Erika Matiolli
Estilo Monólogo
Ator: Profeta
Sonoplastia Ellys Natallia
Figurino Rita de Fátima
Iluminação O Grupo
Esopo